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Amostras de perovskita retêm energia eletrônica por mais tempo

Uma equipe de Princeton relatou menos defeitos e retenção de energia eletrônica por até 300 microssegundos em amostras de perovskita.

Ilustração conceitual de tecnologia, processadores e informações conectadas.Ilustração
Ilustração simbólica

Uma equipe liderada por Princeton reduziu defeitos em cristais de perovskita ao adicionar uma mistura de brometo de zinco e cloreto de metilamônio durante a fabricação. Em amostras preparadas, os pesquisadores relataram que elétrons retiveram energia excedente da luz solar por até 300 microssegundos.

Esse tempo foi descrito como cerca de 100 mil vezes maior que em muitos semicondutores. A estimativa de possível aumento de aproximadamente 1% na geração de células avançadas é uma projeção de aplicação, não um ganho de 1% medido em uma nova célula solar pelo estudo.

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    Amostras de perovskita retêm energia eletrônica por mais tempo

    Uma equipe de Princeton relatou menos defeitos e retenção de energia eletrônica por até 300 microssegundos em amostras de perovskita.

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